quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O artigo fala da situação tecnológica das áreas relevantes para o assunto do texto: fotografia, armazenamento de escrita e voz, e processamento desta informações. É uma visão e sugestão para a automatização de uma ferramenta cognitiva que se apoiaria nestas áreas.
Razoável a inexistência de referências e o tom um pouco retórico do texto. Texto incrivelmente incisivo nos seus pontos principais; aparece especialmente a seção onde o autor afirma que o problema da recuperação da informação tem relação com as técnicas usadas para aumentar o conhecimento, a ordem alfabética e numérica são muito pouco intuitivas.
É interessante perceber como a proposta de se criar um aparato mecânico para solucionar o problema apresentado é algo que hoje seria visto como algo totalmente inesperado; simplesmente não é considerado no texto o assunto de digitalização ou discretização, que é a base para o processamento de informação moderno. Também não é discutido nenhum tipo de suporte para múltiplas línguas ou localidades, que são hoje vistas como chaves para a disseminação livre de informação.
Também é muito interessante perceber que o desejo de se armazenar voz, texto e imagens se perpetuou por este tempo e que encontrou na Web um veículo aceitável, finalmente.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

O primeiro ponto que devemos considerar é o caráter pessimista que o autor confere ao uso e ao didatismo dos computadores. É interessante ressaltar sua ironia fina a respeito do "treinamento em informática", na minha visão, qualquer "treinamento" pode ter seu lado bom, já que tudo é aprendizado.

Diferente do mundo de Alice citado por ele, vivemos em um ambiente real onde há um séquito de pessoas necessitando de saber. A forma e a apresentação do conteúdo, também desmistificada por ele, pode sim ser revista, pois é fato que temos um "status quo" na relação homem x máquina. Estamos rodeados por um inúmeros hardware que pode ser revisto, de maneira a melhorar a relação do homem com o trabalho (aspectos ergonômicos) e com a sua produção de conteúdo.

Por fim, o mundo está cansado de fatalismos: pede por mais ação e não por omissão. E disseminar o saber, mesmo com um "treinamento", é um caminho válido. Pois td que é para acrscentar o saber é mais que válido.