O primeiro ponto que devemos considerar é o caráter pessimista que o autor confere ao uso e ao didatismo dos computadores. É interessante ressaltar sua ironia fina a respeito do "treinamento em informática", na minha visão, qualquer "treinamento" pode ter seu lado bom, já que tudo é aprendizado.
Diferente do mundo de Alice citado por ele, vivemos em um ambiente real onde há um séquito de pessoas necessitando de saber. A forma e a apresentação do conteúdo, também desmistificada por ele, pode sim ser revista, pois é fato que temos um "status quo" na relação homem x máquina. Estamos rodeados por um inúmeros hardware que pode ser revisto, de maneira a melhorar a relação do homem com o trabalho (aspectos ergonômicos) e com a sua produção de conteúdo.
Por fim, o mundo está cansado de fatalismos: pede por mais ação e não por omissão. E disseminar o saber, mesmo com um "treinamento", é um caminho válido. Pois td que é para acrscentar o saber é mais que válido.
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